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8 artigos encontrados

AHA e ACC juntas pela primeira vez: o que muda no TEP com o guideline de 2026
A primeira diretriz conjunta das duas maiores organizações de cardiologia do mundo redefiniu como classificamos, estratificamos e tratamos o tromboembolismo pulmonar agudo.

Novo PCDT da Osteoporose - Quando tratar só pelo número na densitometria deixou de ser suficiente
Novo PCDT da osteoporose muda o foco do T-score isolado para o risco de fratura em 10 anos (FRAX®). Introduz estratificação de risco, individualiza condutas e prioriza anabólicos em casos graves, corrigindo subtratamento e uso excessivo de bisfosfonatos.

ATLS 11ª Edição: o que muda no manejo do pneumotórax hipertensivo e do hemotórax maciço
ATLS 11ª edição: novas abordagens no pneumotórax hipertensivo e no hemotórax maciço — descompressão mais flexível e definições baseadas em repercussão clínica

Reposição volêmica em queimados no 11° ATLS: o que mudou e por que importa
A 11ª edição do ATLS muda a reposição volêmica em queimados para reduzir o “fluid creep”. Sai o esquema rígido da fórmula de Parkland (50% em 8h + 50% em 16h). Agora calcula-se uma taxa inicial (volume ÷16h) e ajusta-se continuamente conforme a diurese e a resposta clínica do paciente.

xABCDE: a lógica por trás da maior mudança do ATLS 11ª Edição
A 11ª edição do ATLS introduz o xABCDE, colocando o controle da hemorragia externa exsanguinante antes da via aérea no atendimento ao trauma. A mudança reflete evidências de que sangramentos maciços podem levar à morte em minutos, exigindo intervenção imediata antes das etapas clássicas do ABCDE.

A Extinção das Classes I a IV do choque no novo ATLS (11° edição)
Fim das Classes I–IV no ATLS 11ª edição: nova classificação do choque hemorrágico abandona estimativa de volume e prioriza sinais clínicos para guiar transfusão, cirurgia e decisão imediata na sala de trauma

Calendário Nacional de Vacinação (Atualizações 2026): o que mudou — e o que isso significa na prática
Calendário Nacional de Vacinação Atualizado: fim das gotinhas da pólio, HPV em dose única, reforço com MenACWY, ampliação do rotavírus e incorporação das vacinas contra dengue e VSR no SUS

Vitamina D na Infância e Adolescência: a era da suplementação universal chegou (Atualizações da SBP)
O Documento Científico SBP nº 181 recomenda suplementação universal de vitamina D para todas as crianças e adolescentes saudáveis: 400 UI/dia até 1 ano e 600 UI/dia dos 1 aos 18 anos.